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Hold on to your friends

(Do Morrissey)

A bond of trust
Has been abused
Something of value
May be lost
Give up your job
Squander your cash - be rash
Just hold on to your friends

There are more than enough
To fight and oppose
Why waste good time
Fighting the people you like
Who will fall defending your name
Oh, dont feel so ashamed
To have friends

Hold on to your friends
Hold on to your friends
Resist - or move on
Be mad, be rash
Smoke and explode
Sell all of your clothes
Just bear in mind :
Oh, there just might come a time
When you need some friends

(postado por nina lemos em um momento de tristeza)

:: Escrito por 02 Neurônio às 23h40
Eu não acredito mais em pretês

Por Nina Lemos 

Eu sei que é duro falar isso (quer dizer, pra mim nem é). Mas algumas verdades precisam ser ditas. E isso aqui é um coletivo punk não vendido. Então, é sem medo que eu declaro que EU NÃO ACREDITO MAIS EM PRETÊS. Um dia você acorda, já passou dos 30 e descobre que pretê, assim como papai noel, é uma coisa que não faz mais sentido. Tipo uma roupa que não cabe, sabe?

Não,não tem nada a ver em não acreditar nos homens! Neles eu acredito mais que nunca. Apesar de ontem ter ouvido um "eu juro que eu vou" que no dia seguinte virou um "esqueci que não podia ir", eu adoro esses rapazes que me enchem de alegria e de tristeza algumas vezes. Enfim, o que eu quero dizer é que eu não joguei a toalha e que a cada dia que passa fico mais romântica e passional. Ando louca pra cometer uma loucura de amor. 

Eu não acredito mais é em ter pretê. Assim, eu saio, eu to solteira, eu encontro pessoas. As vezes eu tenho encontros de almas. Esses encontros podem incluir sexo ou não. Mas são de alma. E são lindos. Mas ter pretês parou de me divertir. Claro que os flertes me divertem, assim como as coisas lindas que acontecem vez ou outra.

Mas não, eu não acredito mais em ter pretês e pensar neles. Acredito nos encontros. Será que deu para entender? Talvez não. Mas pra mim faz o maior sentido.

E se você ainda acredita em pretê, sorte a sua! É ótimo. É divertido. É legal. Mas chega uma hora em que as coisas mudam. Não é pra pior nem pra melhor. Elas só mudam.

Mas sim, eu estou louca para cometer uma loucura de amor. Mas não me diga que você vai se você não for (seja pra onde for, e os amigos estão incluídos nesse pedido).         

:: Escrito por 02 Neurônio às 00h26
Auto-enquete

Por Nina Lemos

Eu conversava com a Jô pelo telefone.

_Jô, eu odeio tanto, mas tanto esses homens que tiram onda porque sabem cozinhar que eu queria que me entrevistassem agora pra uma enquete idiota. Queria que perguntassem: "qual é a pior cantada que você já recebeu" só pra eu poder responder: "vem jantar na minha casa que eu cozinho pra você."

E a Jô me disse:

_ Ué, mas você pode criar uma auto-enquete e responder!

Então tá. Qual foi a pior cantada que eu já recebi: "vem jantar na minha casa que eu cozinho pra você".

E qual foi a melhor? "Ah, foi outro dia, mas não posso contar não". (sorriso bobo no rosto).      

:: Escrito por 02 Neurônio às 20h25

Por favor, alguém me interdite!

Por favor, alguém me interdite! Eu devo estar com algum problema mental. Talvez um desequilíbrio químico. Ou quem sabe uma fobia social. O primeiro sinal foi conversar com estranhos. Sim, eu nunca converso com estranhos. Quer dizer, às vezes até troco algumas palavras depois de beber drinques, nas baladas. Mas confesso que muitas vezes nem me lembro exatamente o assunto, no dia seguinte. Mas conversar, trocar idéias, daí já é outra história. O segundo sintoma foi o número de horas na Internet. No messenger. Um dia foram 4. Outro dia foram 6. E outro dia foram umas 7, até às 5h da manhã. Por favor, alguém faça alguma coisa! Desliguem o computador. Me obriguem a sair. Cortem a energia da casa. Me dêem um tapa. Ou talvez eu esteja com um parafuso a menos. PS: nas conversas intermináveis eu tive contato com uma autora ótima. leiam. http://www.aliceruiz.mpbnet.com.br/

:: Escrito por raq affonso às 10h03

Por que amamos?

 

Por que amamos. Esse era o nome do livro, comprado numa manhã de sexta-feira com o objetivo de entender o meu estado atual de cabeça nas nuvens. Antropóloga americana tenta desvendar a natureza e a química do amor romântico. Acompanhada por uma equipe de neurocientistas, a Doutora Helen Fisher mapeou o cérebro das pessoas apaixonadas. Abri o livro cor de rosa e fiquei sorteando páginas ao deus dará. Com a cabeça nas nuvens, fica difícil querer levar a vida a sério. É melhor abrir em um trecho qualquer como se o estudo complexo fosse alguma espécie de oráculo miraculoso.

Ela estudou o comportamento dos animais e chegou a várias conclusões. Inclusive de que os cães também se apaixonam. E que os arganazes do campo também. Dá um certo conforto saber que você não está sozinha no mundo. E que arganazes do campo estão no mesmo barco! 

Segundo o estudo, você só se apaixona quando está pronto para se apaixonar. Sim, Doutora Helen passou anos pesquisando para chegar à mesma conclusão que as nossas manicures: que não adianta nada querer se apaixonar, pois isso nunca acontece quando você está a fim. No livro ela explica que só quando você está vivendo situações de excitação, tristeza ou alegria extrema se apaixona porque seu cérebro fica inundado de substâncias que fazem com que você olhe para um passante e seus olhos brilhem.

Aí é que entra a química do amor: você começa a ficar com níveis elevadíssimos de dopamina e norepinefrina. A dopamina, entre outras coisas, faz aumentar seus níveis de testosterona e você começa a ficar louca para ir para a cama com aquela pessoa. Já a norepinefrina, entre outras consequências, dá uma superativação na sua memória. O resultado: pensar no ser amado o dia inteiro. Já os níveis de serotonina caem, provocando uma certa obsessão. Como, por exemplo, pesquisar na internet os horários dos jogos do Sport de Recife! Até o sucesso do Google se explica pela paixão.

O amor é uma farsa química para que os seres humanos sobrevivam e povoem o planeta. Tudo bem. "Por que amamos", no entanto, explica mas não responde o mais importante. Por que, afinal, nos apaixonamos por esta ou aquela pessoa? Dopaminas à parte, como explicar o fato de você começar a gostar de alguém após trocar duas palavras no Braseiro e terminar se apaixonando duas horas depois no banheiro do Jobi? 

Há mais mistério nos Baixos do que a vã neurociência possa imaginar.

Na foto,um arganaz do campo em estado de letargia amorosa.

:: Escrito por Jô Hallack às 15h09