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Sonho

Eu e a minha imaginação no parque. Trocamos confidencias e vemos as formigas invadirem nosso piquenique. Eu e a minha imaginação no parque. Vamos no .expresso do amor e depois comemos maças caramelizadas e escrevemos nossos nomes no tronco da árvore. Eu e a minha imaginação no parque. Rodamos no chapéu mexicano, gritamos no barco viking e tiramos a sorte no realejo. E ela, sorri para a gente. Eu e a minha imaginação e a sorte, debaixo dos lençóis, vocês deveriam ver. Eu e minha imaginação, de mãos dadas no carrinho do trem-fantasma. Eu e minha imaginação no parque, comemos algodão doce de todas as cores.  Minha imaginação e eu, conquistando todos os territórios, desbravando as florestas, indo até para a lua. Felizes. A minha imaginação é melhor do que o mundo.

:: Escrito por Jô Hallack às 23h41
Um pouco de comédia romântica, por favor!

Tá bom, eu confesso. Outro dia assisti a duas comédias românticas em seguida. Duas. Na televisão. Eu não via uma comédia romântica faz tanto tempo que fiquei chocada com aquilo tudo. Como é irreal. Como é irrealmente maravilhoso!

Em uma delas, chamada algo como “Cama de flores”, uma executiva chata, fria e solitária está chorando na janela. Um homem passa, vê a cena, e manda flores para alegrá-la. Vamos lá, quantas de vocês já não choraram na rua, na janela, no carro e numa casinha de sapê? Quantas receberam sequer um consolo de um anônimo? E flores? Incrível!!!! Mas calma. Vamos continuar analisando esse filme porque vale a pena. A tal executiva de terninho fica obcecada para descobrir quem mandou as flores e acha que foi o entregador. Já seria surrealmente maravilhoso! Mas não. Na verdade, o cara era o DONO  da loja, que entregava flores por hobby. Claro, o príncipe da comédia romântica, além de tudo, tem que ser bem de grana. Que medo.

O homem da comédia romântica era perfeito. Tinha um jardim secreto na cobertura do prédio e uma família incrível, adorável e calorosa. Sim, alguém perfeito assim não existe, sabemos. Mas, e se existisse? Ele iria se apaixonar por uma executiva solitária, fria, chata, neurótica e sem amigos? Nunca!!!

E o fim? Ele pede a moça chata em casamento, ela recusa, tem um ataque freak. Claro, depois ela se arrepende. E.... ele perdoa! E vivem felizes para sempre. Uma espécie de fim de Cinderela corporativa.

Mas o mais absurdo de tudo, pelo menos para mim, é que depois de ver esse filme eu dormi super bem. Chega de Bergman! Um pouco de comédia romântica na minha vida, por favor! Nem que seja por um dia. Juro que nem vou acreditar nela. (Por Nina Lemos)

:: Escrito por 02 Neurônio às 17h59
Chega de isentos! Nada de boa-vida pra essa gente!

Você é uma mulher moderna. Você trabalha, ganha seu próprio sustento. Não vê nenhum problema em pagar as contas. As suas e até a do seu pretê, caso ele ganhe menos. Ou esteja sem dinheiro, porque esqueceu de passar no banco. E como você trabalha como uma moura, também quer usufruir do dinheiro, viajando nas férias. E também não se importa de bancar parte da viagem para ele.

 

Afinal, você é uma pessoa generosa. E dinheiro foi feito pra se gastar.

 

Só que a folga começa. Quando você assume contas, as pessoas automaticamente acham que a conta é sua responsabilidade. E o pior: você também começa a achar isso! E quando o garçom vem com a conta e entrega na mão do seu pretê, você automaticamente já pega e paga. Simples assim.

 

Só que o tempo passa. Você se enche de ser a banca-tudo. Afinal, seu dinheiro não é capim. E os relacionamentos terminam. E você descobre - para seu espanto absoluto - que sua generosidade não era vista como generosidade! E todo o seu investimento amoroso/econômico vai por água abaixo.

 

Nesse momento você toma uma decisão que muda sua vida: chega de isentos!!!

 

Isentos do imposto de renda, pessoas que não declaram, que não ganham um montante X de dinheiro por ano. Você não vai ficar mais com essas pessoas. Ou pelo menos, caso fique, não pagará mais suas contas. Porque geralmente os isentos são folgado e mal-agradecidos! Agora, no mínimo cada um paga a sua parte!

 

Como diria uma amiga: dinheiro, bebida e ingresso pra shows só pros amigos e pra família!

 

:: Escrito por 02 Neurônio às 22h43
O bebê de 28 anos

No meio de tantas matérias e clipes do Michael na tv, uma matéria me faz parar: a história da bebê Audenete. Ela mora no interior do Ceará e tem 28 anos. Sim, 28 anos!

Quem viu o "Curioso Caso de Benjamin Button", pode conseguir imaginar a bebê velha. Apesar de ter o tamanho de um bebê de uns 9 meses, Audenete tem uma cara de velhinha. Ela não anda e nem fala, mas dança forró muito bem. Entrega flores para toda a equipe de tv. E você fica imaginando: "Será que ela pensa que nem um adulto?"

A equipe de tv consegue um tratamento para Audenete em Fortaleza. Lá, descobrem que ela tem um problema na tiróide e que se tivesse feito o teste do pezinho, podia ter crescido normalmente. O repórter fala que vai fazer a pergunta que todo mundo quer saber. Você pensa: agora ele vai perguntar se ela pensa que nem uma pessoa de 28 anos....não! Ele faz uma outra pergunta qualquer.

Audenete virou uma celebridade no hospital. Todo mundo queria tirar foto com a bebê de 28 anos. E quando ela crescer, espero que algum repórter pergunte: "o que ela pensou nos últimos 28 anos?"

 

:: Escrito por raq affonso às 21h24